Sócrates reforça a polÃtica contra as famÃlias formalmente constituÃdas
Comunicado da Associação Portuguesa de FamÃlias Numerosas
(via APNF)
O Primeiro-Ministro anunciou hoje um aumento do abono de famÃlia para as famÃlias « monoparentais» , sob a desculpa de combate contra a pobreza, reforçando, assim, a polÃtica que Portugal tem vindo a adoptar de forma crescente dirigida contra as famÃlias formalmente constituÃdas.
O combate contra a pobreza deve ser dirigida à s famÃlias com mais baixo rendimento per capita, independentemente do estado civil dos pais e, nunca, privilegiando um estado civil em detrimento de outros, ainda por cima num paÃs que « descobriu» que o estado civil é totalmente irrelevante, ao ponto de o fazer desaparecer no « Cartão Único de Identificação» (mas figura no passaporte…).
Pelo contrário, devem terminar de vez todos os escandalosos e crescentes privilégios dados à s famÃlias « monoparentais» , devendo o Estado preocupar-se por que ambos os pais assumam de igual modo as suas responsabilidades perante os filhos, em vez de transferir para toda a sociedade a eventual demissão de um deles, categorizando essas crianças e jovens em « filhos da Nação» .
Em particular, a APFN recorda a petição entregue no mês passado pelo Fórum da FamÃlia, subscrita por várias associações e com mais de 27.000 assinaturas (e que continua aberta a mais subscrições), contra a inconcebÃvel discriminação contra os pais casados ou viúvos em sede de IRS, que não podem deduzir 6000 EUR por filho ao seu rendimento colectável, ao contrário da esmagadora maioria dos chamados « monoparentais» , como se existisse alguém « monoparentado» …