Completam-se 58 anos a 9 de Maio sobre a data em que o então Ministro do Governo Francês Robert Schuman fez uma declaração propondo uma associação de vários países europeus para gerirem, em comum, os recursos do aço e do carvão.
Esta declaração foi um marco decisivo na construção da Europa Comunitária, já que dela nasceria a CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço) e, depois, a CEE (Comunidade Económica Europeia).
Por isso, 9 de Maio, ficou como o «Dia da Europa», hoje a maior comunidade de países do Mundo, agregando 27 Estados, entre os quais Portugal.
O sonho de Robert Schuman desenvolveu-se, etapa após etapa e continua, felizmente, a crescer, alicerçado em pressupostos culturais, filosóficos e morais, em que têm ressaltado como grande valência a solidariedade e o apoio comunitário, num ambiente de partilha colectiva do nobre e rico ambiente construído na renovada Europa, em ambiente de paz e de compreensão.
Neste «Dia da Europa», ao entoarmos o «Hino à Alegria», saudamos todos os nossos parceiros comunitários e apostamos firmes e decididos no pleno empenho em sermos membros de pleno direito e de trabalharmos para a concretização dos grandes e nobres ideais europeus.
A Assembleia Municipal de Almeirim aprovou a construção de um memorial aos ex-combatentes do concelho nas guerras em que Portugal se envolveu no século XX, uma proposta que chegou a este órgão na sequência do primeiro encontro de combatentes que um grupo de cidadãos organizou recentemente, num restaurante da cidade.
Cabe agora ao executivo que gere a Câmara Municipal mandar realizar um projecto para o monumento, através de um concurso entre artistas de Almeirim, e definir uma localização para o colocar.
Apesar de ter sido aprovado por unanimidade, o assunto provocou grande discussão na última sessão ordinária da Assembleia Municipal, a 30 de Abril, porque a CDU recusou o conteúdo da versão inicial da recomendação.
Os comunistas não aceitaram a expressão “ex-combatentes do Ultramar” e fizeram-na substituir por “ex-combatentes das colónias”, considerando que o texto original seria uma mistificação da verdade histórica, uma vez que Portugal teve “colónias” e não “províncias ultramarinas”, como pretendia justificar o Estado Novo.
A Associação Causa Identitária irá, no próximo dia 15 de Maio e através de uma comitiva designada para o efeito, estar presente numa audiência, solicitada pela mesma, com a Vereadora do pelouro da cultura da câmara municipal de Alcobaça, a Dr.ª Alcina Gonçalves.
A temática em discussão será a progressiva degradação do Castelo de Alcobaça e respectivo espaço circundante.
Serão debatidas as razões que levaram ao estado actual do Castelo, bem como o que está a ser feito em prol do mesmo. Nesse sentido, a comitiva irá apresentar algumas propostas para um programa de requalificação deste património arquitectónico, num contexto de preservação do legado cultural e desenvolvimento da região.
Fazer chegar aos vários sectores da sociedade um apelo para a preservação dos valores culturais do mundo rural e conservação do meio ambiente, foi um dos princípios objectivos da edição deste ano do festival Sons e Ruralidades que hoje termina em Vimioso.
Cerca de 350 jovens, oriundos de Espanha, Polónia, Itália, Lituânia e Portugal, pertencentes a varias associações, ao abrigo de um projecto da União Europeia, juntaram-se na vila transmontana em sã conivência, para trocarem experiências e ensinamentos.
Este festival faz parte de um programa de desenvolvimento para aquela região, procurando que arte e a cultura sejam a causa para a revitalização do meio rural, procurando assim aproximações artísticas, sociais e económicas. Segundo os mentores da iniciativa, o conhecimento tradicional é um factor de consciência ecológica no papel de conservação do ambiente. O festival Sons e Ruralidades “pretende ser um novo modelo de iniciativa cultural de forma a contribuir para revitalizar e regenerar o espaça rural transmontano”, sustenta a organização.
Ao longo dos quatro dias de festival, os participantes tiveram a oportunidade de participar em actividades de cariz tradicional como foi caso de ateliers de danças e cantares mirandeses, jogos tradicionais, passeios e gincanas de burros entre outras actividades ao ar livre que percorreram algumas aldeias do concelho anfitrião.
Nice, França.Os Identitários do Pays Niçois aproveitaram o 1º de Maio para fazer uma homenagem a Louis-Auguste Blanqui, um dos maiores representantes do socialismo não-marxista francês.
Numa breve alocução, o representante da formação identitária em Nice, Philippe Vardon, relembrou que o combate identitário está intrinsecamente ligado ao combate social, desde uma perspectiva comunitária, sintetizando esse pensamento recorrendo à máxima «Os nossos primeiro que os outros!».
O mesmo Philippe Vardon aproveitou ainda a ocasião para denunciar a cumplicidade dos sindicatos face aos patrões que importam mão-de-obra imigrante ilegal, escrava e barata, em detrimento dos interesses dos autóctones.
[cc] Novopress.info, 2008, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]
A partir do dia 25 de Abril e até ao dia 11 de Maio, o Almada Forum, Centro Comercial gerido pela Multi Mall Management Portugal, será palco da Grande Exposição de Máscaras Ibéricas, uma das maiores mostras da cultura tradicional de Portugal e Espanha, que traz a este Centro a intensidade expressiva e histórica das Máscaras e Trajes ibéricos.
A exposição resulta de uma pesquisa efectuada pelo fotógrafo Hélder Ferreira, com a colaboração de alguns dos mais distintos antropólogos, e é composta por cerca de 50 fotografias que captam, de forma brilhante e na sua essência, o colorido, a expressividade e a magia destas máscaras, uma das formas de arte mais genuínas da etnografia da Península Ibérica.
Paralelamente à exposição, com o objectivo de potenciar os conteúdos da mostra e oferecer uma experiência única e enriquecedora ao público, decorrerão ainda várias iniciativas de animação: um artesão vai estar a criar máscaras ao vivo, haverá workshops de criação de máscaras para os mais pequenos, a presença de máscaras verdadeiras com os respectivos trajes e um espaço onde serão passados vídeos das festas e romarias de onde as máscaras são oriundas.
O projecto “Máscara Ibérica” nasceu da vontade de uma reaproximação com um passado relacionado com o uso e práticas festivas das máscaras. Nesse sentido, e dada a riqueza inestimável da temática ser comum em Portugal e Espanha foi criada uma ponte entre os dois países visando a promoção do intercâmbio cultural, recuperando, preservando e transmitindo o universo do uso das máscaras quer no Carnaval, quer nos solstícios de Inverno e Verão.
Em simultâneo é dada uma importante relevância às regiões e pessoas que numa dedicação contínua garantem a perpetuidade de uma herança cultural ligada às tradições – manifestações genuínas e pilar fundamental da afirmação da identidade de um povo.
O projecto “Máscara Ibérica” inclui também momentos como o Grande Desfile de Máscaras – considerado o maior desfile desta temática em todo a Europa - realizado no Porto em 2006, em Lisboa em 2007 e que este ano percorrerá novamente a capital, no dia 3 de Maio, seguindo depois para outras cidades de Portugal e Espanha.
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.
Para compreendermos o que Axelrod descobriu, precisamos primeiro de saber algo sobre o problema que o interessou — um bem conhecido quebra-cabeças sobre cooperação chamado Dilema do Prisioneiro. O nome vem da forma como o quebra-cabeças é geralmente apresentado: uma escolha imaginária que se apresenta a um prisioneiro. Há muitas versões. Eis a minha:
O leitor e outro prisioneiro jazem em celas separadas da Esquadra Principal da Polícia da Ruritânia. Os agentes tentam fazer-vos confessar ter conspirado contra o estado. Um interrogador vem até à sua cela, serve um copo de vinho da Ruritânia, dá-lhe um cigarro e, num tom de amizade sedutora, propõe-lhe um acordo.
— Confesse o crime! — exorta ele. — E se o seu amigo na outra cela…
O leitor protesta, alegando nunca ter visto antes o prisioneiro que se encontra na outra cela, mas o interrogador ignora a objecção e prossegue:
— Ainda melhor, então, se ele não é seu amigo; pois, como eu estava a dizer, se o senhor confessar, e ele não, usaremos a sua confissão para o engaiolar a ele dez anos. A sua recompensa será a liberdade. Por outro lado, se for estúpido ao ponto de se recusar a confessar, e o seu “amigo” na outra cela confessar, será o senhor a ir para a prisão dez anos, e ele será libertado.
O leitor pensa nisto durante algum tempo e percebe que não tem informação suficiente para decidir, por isso pergunta: (Continue reading…)
1º de Maio Identitário; defendendo a nossa História! (via Causa Identitária)
Dia 1º de Maio, data que assinala invariavelmente o esforço de milhões de pessoas que diariamente labutam já não apenas para uma vida melhor, mas acima de tudo para sobreviverem, esta é a data que de forma análoga marca mais um aniversário da associação Causa Identitária, uma iniciativa que nasceu há exactamente três anos, resultante dos anseios e inquietações de alguns jovens, e que, superando obstáculos e um sem número de adversidades, depressa deram forma àquela que representa hoje a mais inovadora expressão no campo da intervenção cívica, erigindo-se como um baluarte na defesa da cultura portuguesa, integrada numa dinâmica de preservação da nossa identidade etno-histórica, por via da sua promoção nas mais diversas vertentes e distintas frentes.
Crentes no exemplo através da acção, os identitários portugueses decidiram celebrar o seu terceiro aniversário sem festejos, ou por outras palavras, numa altura em que o nosso povo, a nossa comunidade enfrenta tantas dificuldades, sentimos que seria quase atentatório despender os nossos meios em celebrações inócuas. Fiéis ao essencial da nossa actividade, optamos no dia 1 de Maio em estarmos junto daqueles pelos quais nos movemos, os Nossos.
Provenientes do norte, centro e sul do país, diversas delegações da Causa Identitária convergiram para a bonita cidade de Alcobaça. Tal destino não foi seleccionado ao acaso. Alcobaça tem sido campo de especial atenção dos identitários, nomeadamente por ser um centro pomícola por excelência, e consequentemente por demonstrar quão a produção nacional está a ser vitima de uma política de acentuado desprezo pela parte do aparelho estatal, sempre encerrado na sua redoma centralista.
Porém, desta feita a Causa Identitária marcou presença em terras alcobacenses por outro motivo, não menos nobre, e que igualmente se coaduna com os princípios que norteiam a nossa associação. Os identitários decidiram meter em marcha uma Petição pela Requalificação do Castelo de Alcobaça, uma estrutura de defesa militar votada ao mais degradante olvido por parte das instituições competentes.
Numa atmosfera viva e jovial os identitários abordaram transeuntes e contactaram comerciantes com vista à sensibilização para o estado degradante do referido castelo, aproximação à população que foi extremamente bem recebida e apoiada, correndo actualmente a petição da Causa Identitária em diversos estabelecimentos comerciais que decidiram abraçar activamente esta iniciativa pelo resgate da nossa memória História e património arquitectónico.
Terminada a jornada, os identitários reuniram-se para avaliar a acção desenvolvida e estabelecer novas iniciativas a levar a cabo proximamente, tendo em mente que foi estabelecida uma nova etapa no campo da defesa da nossa identidade.
Londres. O partido nacionalista BNP, British National Party, obteve, nas passadas eleições um resultado de 5,33% dos votos, o que equivale a ser a quinta força política mais votada.
Fruto desse resultado, o BNP conseguiu, ainda, a eleição do membro e militante Richard Barnbrook para a Assembleia de Londres, que, face à retirada dos outros candidatos quando este se preparava para falar, confessou que seria «um lobo solitário se assim tiver de ser» e que «A Britânia é para os Britânicos…não é para as pessoas cá entrarem e ditarem o que é que vai ou não vai acontecer aos que a criaram e construíram ao longo de gerações.»
[cc] Novopress.info, 2008, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]
A Grande Área Metropolitana do Algarve (AMAL) tem os seus dias contados e tão pouco depois da proposta de lei que o Governo socialista leva a debate no próximo dia 18, os seus estatutos se coadunam com o que se passará a chamar de Comunidade Intermunicipal (CIM) para fins múltiplos.
O Governo apresenta uma proposta onde os municípios da Grande Lisboa e da Península de Setúbal integram a Área Metropolitana de Lisboa e os municípios do Grande Porto e de Entre-Douro e Vouga integram a Área Metropolitana do Porto, que irão ser reguladas por diploma própria. A Área Metropolitana do Algarve legalmente fica extinta.
Pela lógica, e porque o Algarve está inserido na NUT III, e visto a proposta de lei anunciar que «apenas as associações de municípios correspondentes a uma ou mais NUTS III serão consideradas parceiras do Governo em matéria de descentralização de competências e de participação na gestão do QREN, acautelando a necessidade de coerência e continuidade territoriais», todos os municípios irão fazer parte da nova associação, que receberá, certamente, o património da actual AMAL.
O Governo pretende avançar com um novo conceito de associativismo municipal, permitindo que os municípios se associem para fins múltiplos, e aqui apenas o poderão fazer numa associação, ou para fins específicos, podendo neste caso pertencer a mais do que uma associação.
Define o Governo, também, o modelo de governação das CIM, criando dois órgãos, o deliberativo, através da assembleia intermunicipal, que apenas se reúne duas vezes por ano, obrigatoriamente, e extraordinariamente nos termos definidos nos estatutos da CIM, e o conselho executivo, que é o órgão de direcção da CIM, composto por todos os presidentes de Câmara que elegem, entre si, um presidente e dois vice-presidentes.
Relativamente ao Algarve, pela sua inquestionável dimensão física bem definida, esta nova associação, denominada Comunidade Intermunicipal, tem muitas das características da AMAL, restando adaptar os seus novos estatutos à nova lei, como forma de poder ser parceira do Governo e não ficar marginalizada nas acções futuras que se adivinham para a região.
Será que o Governo quer ensaiar com este tipo de associativismo e pelas competências atribuídas a cada órgão, um adiar da regionalização?
Há que fazer uma leitura ao pormenor das competências atribuídas ao conselho executivo da Comunidade Intermunicipal, para perceber que muitas das linhas programáticas de uma futura regionalização estão ali inseridas.
Pode propor à assembleia intermunicipal a cobrança de impostos, propor ao Governo projectos e programas de investimento e desenvolvimento de alcance intermunicipal, elaborar planos intermunicipais de ordenamento do território e muitas outras acções que um futuro Governo regional terá competência para gerir.
Fica-se com a sensação, depois de olharmos para a proposta de lei do associativismo municipal, que o Governo pretende instituir um poder intermédio, com quem passa a dialogar, esvaziando, desta forma, uma futura regionalização do território.
Porque, a haver regiões administrativas, não tem cabimento, dentro do mesmo território, existirem dois poderes com capacidade intermédia para dialogar com o Governo central. (Continue reading…)
Ufanos noticiam vários jornais de hoje as enormes virtualidades de Lisboa como polo de atracção de “turismo étnico”, conceito que reconheço como interessantíssimo no local apropriado.
Os meus leitores habituais bem sabem como abomino o “politicamentecorretês” mas sinceramente desta feita creio bem que essa gente - e não os “tenebrosos” nacionalistas - está enferma, e gravemente.
Que raio de ideia é essa de promover numa cidade europeia o “turismo étnico” com que, aliás, é brindada a minha localidade de residência.
Então as pessoas devem visitar Portugal e Lisboa pela sua cultura e gentes ou para ir à procura de um simulacro de África, Ásia ou América? Até onde chega a cegueira e doença destas gentes?
E quem no seu prefeito juízo deixará de ir à misteriosa África (que quem visita jamais esquece, garanto-vos) para ir ver a “África da Cova da Moura”, bem diferente da verdadeira para pior. Ou quem deixará de ir ao longínquo Oriente para mergulhar no enjoativo mar de fragâncias do Martim Moniz?
Ou ainda quem, deixará de visitar o Brasil que interessa, não aquele da cultura do chinelo, claro está, para se aventurar nas ruas da Costa de Caparica?
Esta gente está doente e não há quem os convença disso. Ou pelo menos a tratarem-se…
Com cada vez mais frequência a palavra racismo tem sido usada em tudo quanto é órgão de informação, por vezes de maneira despropositada.
Senão, vejamos o actual conceito do termo: racista é o indivíduo que odeia outro ou outros, apenas porque pertencem a outra raça. Racista é o indivíduo que acha a sua raça superior às outras. Em última instância, racista é aquele que quer eliminar os indivíduos de outra raça.
Pensamos que hoje em dia ninguém mentalmente saudável corresponde a estas definições.
O que está simplesmente a acontecer, é que indivíduos de raças diferentes da raça residente original dos vários países da Europa estão gradualmente a ocupá-la, provocando uma reacção natural de defesa, essencialmente de defesa de hábitos ancestrais que foram evoluindo serenamente ao longo dos tempos e que em poucos anos estão a ser alterados de forma drástica ou mesmo a desaparecer.
Se essa penetração alienígena ocorresse em pequena escala, não haveria choque de culturas, não haveria instabilidade social e laboral. Ninguém ouviu falar em racismo no futebol, quando Eusébio, Coluna ou Shéu entravam em campo, ou quando um Yazalde e um Cubillas ingressaram em equipas nacionais. A sua presença não adulterava a identidade cultural da equipa ou da selecção nacional, tanto mais que relativamente aos primeiros, eles eram de terras política e emocionalmente ligadas à Nação Portuguesa. Hoje as selecções nacionais, já não são nacionais, são antes equipas de mercenários de outras paragens, que no caso da selecção francesa de futebol se torna mesmo chocante.
Que diria Asterix? Talvez: “0nde estão os gauleses?”
E quanto aos chineses, nunca se colocou nenhuma questão quando a sua presença se resumia basicamente a restaurantes ou a umas poucas lojas. O problema surgiu quando as poucas lojas se transformaram em muitas, levando à ruína e ao desespero milhares de comerciantes portugueses e europeus, já em maus lençóis devido aos hipermercados e aos centros comerciais.
E a sua presença não produziu qualquer mais valia para as economias nacionais, até porque todo o circuito comercial está na mão dos orientais, desde a produção, ao transporte, ao armazenamento, distribuição e comercialização.
O mesmo se aplica aos indianos e paquistaneses, que em conjunto com os chineses são já 75% dos residentes na Mouraria, segundo o JN.
Em relação aos paquistaneses, marroquinos ou argelinos, também nunca houve tensão social em território luso. Surge agora o factor novo, que é a agressividade expansionista do Islão que quer recuperar a Península Ibérica, que lhe pertenceu no século VIII. Há também a questão do terrorismo, a intolerância religiosa e o choque cultural. Há também o facto de existirem já em Portugal várias mesquitas e madrassas, discretamente instaladas e em expansão.
Não somos racistas pelos critérios do Sistema. Sabemos que as raças humanas, tal como as de todos os animais classificados em raças, resultaram da adaptação aos ecossistemas que escolheram para viver. Milhares de anos de Evolucionismo - o facto biológico mais importante identificado até hoje – levaram através de milhares de gerações ao aparecimento das raças tal como as conhecemos hoje, a partir de um tronco comum, o homo erectus, que se foi ramificando.
Tentar riscar a palavra “raça” do léxico de todas as línguas é a maior estupidez que o Sistema tentou até hoje. As raças existem, e dentro delas as etnias. O importante é que as raças se respeitem e tenham boas condições de vida nos territórios onde evoluíram, porque é ali que se sentem fisicamente bem. A fuga para outras paragens fisicamente menos confortáveis, como a fria Europa – segundo o ponto de vista de árabes e negros – é compensada pelas benesses sociais: gostam mais de África mas estão melhor na Europa, longe da fome e da guerra.
Devem portanto os europeus investir desinteressadamente na qualidade de vida em África, em vez de continuar a ver aquele continente como uma fonte de matérias primas, um território de oportunidades e para oportunistas, que sob a aparência de um relacionamento cordial continuam a “sugar” o petróleo, o gás natural, os diamantes, o cobre, a prata, o volfrâmio, o urânio, sem que os povos daqueles países beneficiem.
Como li num diário gratuito, um continente rico habitado por gente pobre.
Não queria acabar sem lembrar que as maiores chacinas cometidas pelo homem não tiveram a “raça” nem a “religião” como rastilho, como querem fazer crer os Políticos.
Estaline, eslavo branco chacinou milhões de compatriotas também eslavos brancos. As duas guerras mundiais, que produziram milhões de mortos, opuseram cristãos brancos a cristãos brancos. A Guerra Civil espanhola e a Guerra da Secessão Americana, ambas brutais, com cerca de um milhão de vítimas mortais cada uma, opuseram brancos contra brancos. Mão-Tse-Tung, chinês liquidou milhões de chineses. Pol-Pot, cambodjano fez desaparecer quase 2 milhões de cambodjanos. Os Hutos mataram quase 1 milhão de Tutsis no Ruanda na década de 90. Desta vez, negros contra negros.
Na verdade os políticos são os verdadeiros responsáveis pelos principais e mais mortais conflitos que assolaram, assolam e virão a assolar a humanidade, não os conflitos de ordem étnica ou religiosa, que são geralmente circunscritos a realidades locais.